terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Aulas Preparadas - 7ª série




       Aula sobre os sentidos


         Foi entregue aos alunos um texto relacionado aos sentidos, onde cada um deveria fazer a leitura individualmente, para depois em grupo discutirem o mesmo. Após a discussão e reflexão do texto, o conteúdo que já havia sido trabalhado pela professora regente da turma foi retomado para a realização de atividades relacionadas a este conteúdo.


Segue abaixo o texto trabalhado.

Igor: um pequeno rapaz, que é surdo e cego
Mesmo que seja por alguns momentos, viver em silêncio, na solidão e no escuro, é insuportável. Desorientados e assustados, procuramos imediatamente o contato com outra pessoa. Uma vida de completo isolamento na escuridão e no silêncio parece ser impossível. A maioria de nós consegue ver e ouvir bem os outros desde que nasceu. Orientamo-nos de acordo com a forma como os outros reagem e é graças à sua ajuda que entramos no sistema social de que dependemos. Isto é inteiramente normal.
Igor tem 5 anos. É cego e surdo. Até agora, o seu mundo fechava-se à volta de três quartos e duas pessoas: a sua mãe e o seu irmão mais novo. O caso passa-se em Alagoinhas, no Brasil. Para Igor, nada é normal. Comer alguma coisa diferente de papas de aveia não é de todo normal para Igor. Haverá alguma coisa que saiba melhor do que papas de aveia? Alguma coisa que se possa comer sem mastigar? Salgados? Carne? Mas o que significa carne para Igor? Para ele não é normal alimentar-se sozinho. É muito mais fácil comer com a ajuda de alguém. E o que é uma faca, um garfo e uma colher? Por que razão precisam disso? Por que existem mesas? Tudo isto é estranho a Igor.
Igor não brinca com outras crianças na rua. Ele não sabe que existem outras crianças, nem que ele pode brincar com elas. Nem sabe que vive numa casa, tal como as outras crianças da vizinhança; que ele pode sair para a rua; e na rua é preciso ter cuidado com os carros. O que são carros?
Igor não se pode orientar. No seu mundo, não há hoje ou amanhã; também não há dia e noite, nem conhecimento nem vontade. Não há comunicação.
A única coisa que é certa para Igor é o amor e a atenção da mãe, que tenta desesperadamente ajudar o seu filho. Os médicos que consultou não foram capazes de fazer nada por eles e mandaram embora mãe e filho sem terem feito nada. Ter um filho como Igor já é suficientemente duro, mas torna-se ainda pior quando os médicos dizem: A única coisa que pode fazer é levá-lo para casa e deixá-lo tal como está. Não podemos fazer nada por ele. Quando a mãe de Igor estava prestes a desistir e a resignar-se com o facto de nunca vir a ser capaz de comunicar com o filho nem de educá-lo, duas professoras alemãs, especialistas no trabalho com surdos, chegaram à comunidade de Taizé em Alagoinhas. Tinham ouvido falar de Igor e tinham decidido ajudá-lo, em colaboração com a sua professora na escola orientada pelos irmãos de Taizé. Baseadas no seu conhecimento do «método Van Dyke» – ensino especializado para surdos e cegos –, começaram a trabalhar com Igor. Através de jogos elementares, simples movimentos corporais comunicados a Igor através do toque, tentaram levar Igor a imitá-los e a exprimir os seus desejos. Ele tinha de perceber que uma pessoa pode exprimir os seus desejos e que os outros que estão ao pé podem reagir. Esta é a base da comunicação.
O exercício de que Igor mais gostou – e queria sempre fazê-lo em primeiro lugar – era baloiçar. Quando queria baloiçar, enrolava os braços e as pernas em torno da pessoa que estava com ele e abanava a cabeça de um lado para o outro. Este foi o primeiro sucesso!
Contudo as duas professoras encontraram muitas outras dificuldades, muito maiores do que estas, relacionadas com a vida quotidiana. Esta é uma ilustração destas dificuldades, retirada do diário de uma das professoras: Hoje fiquei sozinha com o Igor. Cumprimentei-o e deixei-o tocar na minha pulseira, o que permitiu que ele me identificasse. Logo a seguir pediu-me para baloiçar. Ao fim de alguns minutos ainda não estava satisfeito. Recusava tudo e deixou-se deslizar para o chão. Eu não sabia o que ele queria. Levei-o a beber água, mas ele não quis. A mãe dele também estava lá e pensou que ele pudesse ter fome. Pus-lhe uma tigela na mão mas ele recusou e continuou a mostrar o seu descontentamento. Isto aconteceu até que eu lhe trouxe um iogurte. Então ele lá concordou em sentar-se ao meu colo. Mas, uma vez que o iogurte não estava a chegar à sua boca com suficiente rapidez, voltou a saltar muito irritado. Segurei-o nos meus braços durante um momento. Ele acalmou-se, continuou sentado e bebeu o iogurte rapidamente. Ficou contente e fomos brincar. Quando nos sentámos, toquei-lhe nas mãos e ele riu-se.
Foi durante este período difícil, em Maio, que dois especialistas de São Paulo, que trabalham com pessoas surdas e cegas contataram com os irmãos. Foi como um sinal dos céus. Ofereceram-se para usar a sua experiência para abrirem um caminho para Igor. Estas duas pessoas, alegres e conhecedoras, trabalham neste campo há 20 anos. Ofereceram-se para partilhar a sua experiência com as professoras do Igor, durante uma semana. Insistiram muito na necessidade de haver na escola, para o Igor, um horário claramente definido e que essa organização bem estruturada era essencial.
A seguir à semana de preparação, as professoras do Igor começaram novamente a ensiná-lo com mais convicção e optimismo. Ensinaram-no a dormir à noite, a tomar as suas refeições a horas regulares, a comer alimentos sólidos, a subir e a descer escadas, a pedir o que queria... Foi também importante para a mãe estar mais envolvida na sua educação. Por isso, durante as semanas seguintes, ela acompanhou o Igor à escola e ficou com ele todo o dia, a observar o trabalho que as professoras estavam a fazer com o seu filho.
O dia de Igor começa de manhã com o pequeno-almoço na escola. A seguir lava os dentes. Depois tem de completar várias etapas antes de poder baloiçar ou descansar um pouco. Há um tempo para jogos, onde ele tem de reconhecer várias formas geométricas e juntar peças do mesmo tamanho. A manhã acaba com um exercício de comunicação através de movimentos recíprocos. Em cada etapa, Igor tem um objecto que serve de ponto de referência para indicar que actividade vem a seguir. Por exemplo, antes de cada pequeno-almoço é-lhe dado um copo para ele tocar. Desta forma, o horário pode ser explicado a Igor. Estas são as primeiras orientações que lhe podem ser dadas. Ao mesmo tempo, isto permite que ele se familiarize com o uso de símbolos.
Depois de um mês, aos poucos mas significativamente, mãe e filho tinham ambos feito grandes progressos. Igor tinha-se tornado muito menos agitado. Tinha começado a mostrar interesse pelo que estava à sua volta e por usar as mãos para identificar objectos. Da maneira mais natural possível, agarrando a mão da professora, tinha começado a andar. Do mesmo modo, tinha conseguido comer alimentos sólidos, o que originou uma grande explosão de alegria em todo o refeitório da escola. Quanto à mãe, a expressão triste da sua face desapareceu. Pelo contrário, agora ela ri muito e fala alegremente sobre os progressos de Igor.
O encontro com estes dois especialistas teve outras consequências. Ficou decidido que o primeiro congresso sobre educação de cegos e surdos seria realizado em meados de Agosto em Alagoinhas, no Nordeste do Brasil. Isto tornou-se realidade quatro meses depois. Depois de muitas semanas de preparação, a 14 de Agosto houve um encontro com pessoas interessadas de todo o Brasil, em conjunto com muitas outras da Colômbia, Alemanha, França e Portugal. Todos vieram para discutir a vida de pessoas cegas e surdas. Nos dias 15 e 16 houve workshops. Participaram mais de 300 pessoas; entre elas, professores de turmas especializadas para crianças deficientes de diferentes escolas do Estado da Bahia, assistentes sociais, pessoas que trabalham na administração e envolvidas em iniciativas simples da Igreja.
Todos se juntaram por causa de uma criança; por causa de Igor, que é surdo e cego. Seis meses antes, ele vivia no seu próprio mundo. Não sabia que fazia parte de um mundo em que havia outras crianças... Um dia ele irá provavelmente descobrir a beleza de acreditar no inesperado...


Aula sobre o Sistema Nervoso

        Outra aula preparada diz respeito a contextualização sobre os efeitos da adrenalina, para a introdução do conteúdo do sistema nervoso. Uma imagem foi entregue aos alunos, e algumas perguntas foram feitas para a discussão desse hormônio.

* Quando encontram a pessoa que gostam, o que sentem?
* Quando estão assistindo a final de algum campeonato do time favorito o que sentem?
* Por que sentem isso?


Após cada um dos alunos deveria descrever uma situação de seus cotidianos em que ocorre a liberação do hormônio da adrenalina.


Aula sobre Sistema Nervoso (continuação) 

        A turma foi dividida em grupos, onde cada grupo recebeu um artigo da revista Ciência Hoje, o qual deveriam ler, refletir e montar uma apresentação do mesmo para os colegas. Todos os artigos tratavam de temas relacionados ao sistema nervoso.

Seguem a baixo os textos trabalhados.


1. Por que lembramos e esquecemos?

A resposta está no cérebro: entenda como ele se encarrega de selecionar as lembranças!

Por: Iván Izquierdo, Centro de Memória, Instituto de Pesquisas Biológicas, PUC-RS.

Alguns fatos não saem de nossa cabeça. Uma festa de aniversário, um dia de férias, uma bronca, um almoço na casa da vovó, uma briga com um amigo... Mas por que algumas situações ficam guardadas em nossa mente e outras parecem desaparecer de nossa memória? A resposta está no cérebro, ou melhor, no que há dentro dele.

A explicação pode começar pelos neurônios, as células do sistema nervoso que são responsáveis por algumas de nossas funções – ver, falar, ouvir, entre outras. Ligados uns aos outros, os neurônios se comunicam e se encarregam de selecionar nossas lembranças. Assim, existe uma parte do cérebro – o córtex pré-frontal – que armazena o que temos de lembrar por alguns segundos, como o número do telefone de seu colega, que você precisa anotar na agenda; outra parte – o lobo temporal – que guarda a informação por algumas horas, como um recado que a professora mandou para sua mãe e você não pode esquecer até chegar em casa; e outra – que reúne várias regiões do cérebro incluindo o córtex temporal e outras – capaz de memorizar fatos por anos, como aquele dia em que você foi campeão de caratê e que, talvez, nunca mais se esqueça. Todas essas áreas são estimuladas por nossas reações emocionais, ou seja, por nossos sentimento diante de certos fatos, que ativam a comunicação entre os neurônios.

Nós nos lembramos mais de fatos emocionantes e importantes para a nossa vida. Isso porque, quando algo especial acontece, nosso corpo produz algumas substâncias que estimulam o cérebro e os neurônios responsáveis pela memória. Esses fatos podem causar grandes emoções, mas que nem sempre são boas lembranças. Neste caso, elas são conservadas em nosso cérebro para nossa defesa, esquecidas por algum tempo e lembradas somente em momentos especiais.

Por exemplo, se ao atravessarmos a rua um carro quase nos atropelar, dificilmente vamos nos esquecer completamente deste fato. Assim, você se lembrará, de vez em quando, do ocorrido para se preservar e prestar mais atenção em seus atos. Isso porque fica difícil viver em paz lembrando a todo instante de momentos ruins, que nos deixem triste, com medo ou que causem muito sofrimento.

Boas e más lembranças são o resultado do bom funcionamento do cérebro e importantes para construir aquilo que somos ou o que seremos, para nosso amadurecimento e para evitar situações de apuros. Assim, quanto mais fatos importantes guardarmos na memória, melhor será nosso desempenho na vida.

Para ajudar o cérebro nesse trabalho, que tal exercitar suas lembranças? Ler é a melhor atividade para a memória, por acionar várias funções do cérebro, como a visão e a percepção. Então, se você leu este texto até aqui, parabéns! Já começou a trabalhar sua memória direitinho!



2. O mistério do sono

Descubra por que o ser humano passa cerca de um terço de sua vida dormindo!

Por: Suely Roizenblatt e Letícia Lobo, Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo

Após um dia cansativo, nada melhor do que chegar em casa, pular na cama e tirar aquele sono até o dia raiar! Uma noite bem dormida faz a gente se sentir ’novo’: mais atento, saudável e de bom humor. É no sono que recuperamos as energias, e não é à toa que passamos cerca de um terço de nossa vida dormindo.

Sonhos

O sono REM é também chamado de sono dos sonhos. Apenas durante esse sono os sonhos acontecem. Pesadelos e sonhos têm a ver com nossas vivências. Por exemplo, se vamos a um piquenique e a toalha é invadida por formigas, podemos ter pesadelos com formigas gigantes ou sanduíches de formigas. Ao ser acordada, uma pessoa que está dormindo o sono REM é capaz de lembrar os sonhos que teve.

Uma noite sem sono diminui os reflexos e reduz a capacidade de raciocínio e concentração. Se passar dois dias acordada, a pessoa pode ter dores no corpo, zumbidos e esquecimento. Após cinco dias sem dormir, ela começa a agir de modo estranho, tem a sensação de estar sendo perseguida e sofre alucinações (acha que está vendo ou ouvindo coisas). Experiências com animais mostraram que eles morreram após um mês sem dormir.

Há dois tipos de sono: o sono REM ( rapid eye movements = movimentos rápidos do olho) e o sono não-REM. O sono REM é aquele no qual acontecem os sonhos e corresponde a 25% do tempo em que dormimos. O coração e a respiração ficam mais rápidos e o cérebro trabalha bastante durante esse sono. No entanto, os músculos permanecem relaxados. O sono REM tem relação direta com a memória. Por isso, é mais fácil memorizar dados antes de dormir do que depois de acordar.

O sono não-REM ocupa 75% da nossa noite e se divide em quatro estágios de profundidade. O estágio 1 é o mais leve, e o 4, o mais pesado. O estágio 2 ocupa a metade do tempo em que dormimos. Geralmente, uma noite de sono de um ser humano se inicia no sono não-REM, passa do estágio 1 até o 4 e depois retorna ao estágio 2, para então entrar no sono REM. Essa seqüência tende a se repetir de cinco a seis vezes durante a noite.

O sono é importante para o organismo descansar. Mas muitas pessoas têm problemas para dormir. Os distúrbios do sono são divididos em três grupos: insônias, parassonias e hipersonias. Em geral, a insônia (falta de sono) é provocada pela falta de ar. Mas fatores emocionais (tristeza, preocupação, ansiedade etc.) também estão ligados ao problema.

As parassonias são perturbações do sono. As mais freqüentes são o sonilóquio (falar dormindo), pesadelos, terror noturno (gritar e chorar dormindo), sonambulismo (agir inconscientemente durante o sono), fazer xixi na cama e bruxismo (ranger os dentes enquanto dorme). Já a hipersonia é o resultado de noite mal dormida. A pessoa fica com muito sono durante o dia.

Para ter um sono saudável, não durma além do necessário. Prolongar o sono pode prejudicar a noite seguinte. Estabeleça horários regulares para dormir e acordar. Não pratique exercícios à noite e mantenha a temperatura do quarto amena. Coma pouco antes de dormir, pois o funcionamento do corpo é mais lento durante o sono. À noite, evite tomar café, chás escuros e refrigerantes que contêm cafeína, substância que tira nosso sono.

Várias teorias tentam explicar a importância do sono. Na década de 20, acreditava-se que no sono o cérebro repousava. Mas estudos provaram que o sistema nervoso trabalha bastante durante alguns estágios do sono. Há cerca de 65 anos, um cientista sugeriu que o sono servia para eliminar substâncias tóxicas acumuladas pelo corpo quando estamos acordados. Outros cientistas acreditam que a função do sono é limpar a nossa cabeça de informações desnecessárias e organizar as úteis.





3. Por que sentimos coceira?

Conheça a importante função em nosso corpo dessa sensação desagradável!

Por: Suzana Herculano-Houzel, Espaço Museu da Vida, Fundação Oswaldo Cruz.

O incômodo da coceira é um aviso de que o corpo entrou em contato com alguma substância estranha, como a saliva do mosquito que nos pica, ou até com alguma substância perigosa, como contêm certas plantas. Justamente por ser desagradável, a coceira tem uma função importante para o corpo: fazer com que a gente fique longe de quem a causou, seja poeira, remédio, planta ou inseto.

No caso de uma picada, não culpe de cara o pobre do mosquito que deixou aqueles calombos vermelhos nos seus tornozelos. Na verdade, o culpado pela coceira é nosso próprio corpo. O que causa a coceira não é a picada do mosquito em si, e sim, a histamina, uma das armas que nosso corpo produz para combater as substâncias estranhas, como a saliva do mosquito deixada no local da picada.

Quando o sistema de defesa do corpo detecta substâncias estranhas, uma de suas primeiras ações é liberar histamina. Ela aumenta a circulação de sangue no local, deixando a pele vermelha e inchada. Por outro lado, o sangue que aumentou sua circulação traz mais células de defesa. Isso faz com que as substâncias estranhas sejam eliminadas mais rapidamente. Logo, a histamina pode ser considerada uma aliada do corpo.

Pena que a histamina tenha também o efeito desagradável de causar a coceira. A boa notícia é que a vontade irresistível de coçar a pele também tem sua função. Quando a gente coça o local da picada do mosquito, por exemplo, aumenta ainda mais a circulação de sangue no local (e deixa a pele ainda mais vermelha também!). Como o sangue facilita o trabalho do sistema de defesa do corpo... coçar não faz mal! Pelo contrário: se a gente coçar bem coçado, a coceira acaba passando. O quêêê??!!

É isso mesmo: a coceira é tão importante que tem uma parte do sistema nervoso dedicada somente a ela. Dos muitos nervos que levam sinais do corpo para o cérebro, alguns respondem ao toque, outros, somente ao calor, outros, somente ao frio, outros, somente à dor... Há quatro anos, os cientistas descobriram que alguns desses nervos respondem somente à histamina. Por isso, a histamina provoca uma sensação diferente da sensação do toque e da dor.

Curioso é que os nervos da dor "comandam" os nervos da coceira. Isso quer dizer que, quando o lugar que está sendo coçado começa a doer, os nervos da dor "desligam" os nervos da coceira, que param de enviar sinais ao cérebro. Por isso, coçar a pele até causar uma leve (eu disse: leve!) sensação de dor que acaba com a coceira e dá aqueeele alívio. Tome mesmo cuidado para não se coçar demais, porque senão você pode trocar a coceira por uma ferida na pele. Argh!


4. Por que a barriga ronca quando temos fome?

O barulho vem do movimento do tubo digestivo quando se prepara para receber alimentos

Por: Milton Costa, Departamento de Anatomia, Universidade Federal do Rio de Janeiro.

A hora do almoço nem chegou e parece que tem um monstro na sua barriga. Como ela ronca! O bater das panelas na cozinha e o cheirinho de comida que toma conta da casa só aumenta a sua fome e, como conseqüência, as reclamações do seu estômago. Mas por que será que a barriga faz barulho quando você está com fome?

Tudo começa, acredite, com a visão e o olfato. Quando vemos a comida ou sentimos o seu cheiro, nosso sistema nervoso central é acionado e uma mensagem sai do cérebro rumo ao tubo digestivo dizendo: aí vem comida!

Mensagem devidamente enviada, os órgãos começam a se preparar para receber os alimentos. Nossa boca se enche de água, ou melhor, de saliva, que tem muitas funções. Entre elas, a de reunir e lubrificar os alimentos triturados para poderem ser engolidos e seguirem para o estômago. Esse, por sua vez, produz ácidos e também enzimas – um tipo de proteína –, iniciando a digestão. Estômago e intestino delgado fazem também um movimento chamado peristáltico, que irá conduzir a comida rumo ao intestino grosso.

O estômago e o intestino delgado começam a se contrair e relaxar várias vezes e, ao se moverem dessa maneira, “sacodem” gases e líquidos contidos em seu interior fazendo barulho: é o ronco da barriga. Dentro de limites, quanto maior for a nossa fome e quanto mais apetitoso for um determinado quitute, mais movimento fará o tubo digestivo e mais alto será o ronco da nossa barriga.

Saiba, porém, que sempre é possível ouvir o barulho feito pela barriga. Isso porque ele é constante no dia-a-dia das pessoas. Se você encostar seu ouvido ou um estetoscópio na barriga de alguém, com certeza irá ouvir o burburinho produzido pelos movimentos do tubo digestivo.

Agora que você já sabe como trabalha o organismo para receber os alimentos, não dê alarmes falsos para o seu corpo. Afinal, quando vemos comida ou sentimos seu cheirinho, o nosso organismo começa a se preparar para a chegada de alimento. O estômago secreta ácidos e, se eles não forem utilizados na digestão dos alimentos que deveriam chegar, podem produzir, em longo prazo, irritações e até lesões no tubo digestivo, como gastrites e úlceras. Então, não fuja das refeições: coma com gosto e moderação alimentos saudáveis. Bom apetite!

5. Por que soluçamos?

Conheça o músculo e o nervo envolvidos na ocorrência desse misterioso barulho!

Por: Rafael Pereira Leitão, Museu Nacional/UFRJ.

Vale tudo na luta contra o soluço: levar susto, beber copos de água e até grudar com saliva (arght!) um pedaço de papel no meio da testa. Mas nada garante que todos esses improvisos funcionem. Na maioria das vezes, o "hic, hic, hic", teimoso, continua! Qual será a causa desse misterioso barulho? Como fazê-lo parar?

O principal responsável pela nossa respiração é um músculo bem fino, que separa o tórax do abdômen: o diafragma. Graças aos movimentos do diafragma, que se contrai e relaxa, inspiramos e expiramos o ar. O diafragma é auxiliado pelo nervo frênico. Localizado logo acima do estômago, este nervo controla os movimentos do diafragma.

Mas qual é a relação de tudo isso com o soluço? Bem, é a irritação do nervo frênico que causa o soluço. Irritação? Se você já pensou no nervo frênico mal-humorado, nervoso e de cara feia, contenha a imaginação! Vamos ver o que acontece de verdade. Com a ingestão de líquidos ou comida em excesso; bebidas muito quentes, geladas ou com gás em demasia, o estômago incha e por estar muito perto do nervo frênico pode irritá-lo, isto é, sensibilizá-lo, como acontece com os olhos quando entra poeira.

O nervo frênico irritado manda o diafragma se contrair. Com isso, inspiramos ar. O problema é quando uma "tampinha" que há no fundo da garganta, a glote, se fecha de repente e não deixa o ar passar da boca para os pulmões. Isso provoca a vibração das cordas vocais e "hic, hic, hic", lá vem o soluço! Esse fechamento da glote acontece independentemente da nossa vontade. Normalmente ela fica aberta para a passagem do ar e só se fecha quando comemos. Quando a glote se abre, o ar volta a passar normalmente para os pulmões, o que não quer dizer que o soluço vai acabar. Isso só acontece quando o nervo frênico volta a trabalhar normalmente.

Qualquer pessoa e até animais, como cachorros, gatos e outros mamíferos, podem ter soluços! Em geral, o soluço acontece várias vezes seguidas e pára em alguns minutos. Mas há quem soluce por horas ou até dias. Essas pessoas ficam cansadas, sentem desconforto e até dor. Quando isso acontece, é bom procurar um médico.

No caso do soluço comum, há maneiras de acabar com ele! Tomar um copo de água com o nariz tampado, por exemplo. Como fica difícil respirar, aumenta a quantidade de gás carbônico no corpo, o que inibe a irritação do nervo frênico e o faz voltar a trabalhar corretamente. Mas, cuidado: tampe o nariz por pouco tempo! E caso você veja um amigo soluçando, dê um susto nele! Assim será liberada no sangue uma substância chamada adrenalina, que fará o nervo frênico voltar ao normal!

Para evitar soluços, alimente-se de forma equilibrada e tente não ingerir líquidos durante a refeição, em especial, refrigerantes. Caso contrário, agüente o "hic, hic, hic...".



6. O sentido do seu nariz

Através do olfato, os seres humanos podem identificar mais de dez mil odores diferentes!

Por: Bettina Malnic, Departamento de Bioquímica, Instituto de Química, Universidade de São Paulo.

Faça o teste: coloque uma venda nos olhos de um amigo e leve-o a alguns lugares, pedindo que ele descubra onde está sem tocar em nada, usando apenas o olfato. É bem provável que ele perceba que você o levou a uma padaria, quando aquele cheiro de pão quentinho chegar ao nariz dele. E também deve acertar que foi guiado a uma floricultura ao perceber o aroma das flores. Se não der para sair de casa, experimente pegar algumas frutas, um pouco de pó de café e um sabonete, por exemplo, sugerindo que ele diga o que é o que, colocando à prova a sensibilidade do nariz. Depois dessa investigação olfativa, continue a leitura do texto para saber como o seu nariz pode ser tão perspicaz!

Para que possamos sentir o cheiro de qualquer coisa, é necessário que moléculas dessa coisa cheguem ao nosso nariz. Tudo o que cheiramos, portanto, são moléculas voláteis, ou seja, moléculas que se desprendem do pão, de uma flor, de uma cebola ou de uma fruta e flutuam no ar até o nariz da gente. Essas moléculas são chamadas odorantes.

Guarde uma diferença: tudo o que existe é formado por moléculas, mas nem tudo contém essas moléculas que se soltam e levam um aroma qualquer a ser percebido pelo nosso olfato. Um pedaço de metal como o aço, por exemplo, não tem cheiro, porque nada evapora a partir dele. O aço, então, é um sólido não volátil.

Algumas coisas não têm cheiro, outras se destacam pelo bom aroma e outras... Bem, você sabe que não são apenas odores agradáveis que o nosso nariz é capaz de detectar. Mas fica por conta da sua imaginação tudo de fedorento que também somos capazes de sentir. Só é preciso deixar claro que, no caso de odores não agradáveis, o nariz funciona como um sensor para nos proteger de eventuais perigos. O cheiro de fumaça, por exemplo, é o primeiro sinal que sugere a proximidade de um incêndio. O fedor de enxofre exalado por um ovo indica que ele está podre, logo não deve ser comido. E assim vai...

Sabia que emoções também podem ser comunicadas por meio do olfato? É verdade quando dizem que cães e cavalos podem farejar o medo em humanos. Nessas situações, liberamos moléculas, como adrenalina, por meio de nosso suor, que são detectadas pelo olfato apurado desses animais revelando o nosso medo. Para alguns cientistas, as mulheres teriam também narizes sensíveis, sendo capazes de diferenciar, por exemplo, o cheiro de pessoas que estão assistindo a filmes tristes das que estão assistindo a filmes alegres. No entanto, a percepção de aromas não é igual para todos os indivíduos. É comum algumas pessoas serem incapazes de detectar certos cheiros, apesar de detectar normalmente todos os outros.

7. Cheiro quem sente é o cérebro

Dê uma olhada no esqueleto aí ao lado. Repare: no lugar do nariz há dois buracos, que são chamados cavidades nasais. Pois nós temos, atrás desses buracos, dez milhões de neurônios olfativos. Esses neurônios são células do cérebro com longas caudas chamadas cílios que estão em contato direto com o ar que entra pelo nariz. Quando uma molécula odorante se liga a esses cílios, ativa o neurônio e gera a percepção de um cheiro.

Pesquisadores acreditam que os humanos podem discriminar dez mil ou mais odorantes. Mas como o nosso olfato pode detectar um número tão grande de moléculas de cheiro? E como o nosso cérebro pode traduzi-las em uma enorme variedade de percepções diferentes?

Os americanos Linda Buck e Richard Axel ganharam o prêmio Nobel de Medicina, em 2004, por terem explicado como o olfato funciona. O Nobel é uma premiação anual para as pesquisas que mais se destacaram, no mundo, em diferentes áreas de conhecimento.

O trabalho de Buck e Axel para desvendar os mistérios do olfato começou em 1991. Pesquisa daqui, pesquisa de lá e eles descobriram que os cílios de cada neurônio olfativo são recobertos por apenas um tipo de cerca de mil proteínas detectoras de moléculas odorantes. Ou seja: cada neurônio olfativo é ativado por um tipo específico de molécula odorante, assim como as diferentes chaves de um chaveiro se encaixam para abrir diferentes fechaduras.

Ora, se existem apenas mil proteínas detectoras diferentes, como podemos identificar mais de 10 mil odorantes? É que o nosso olfato usa essas proteínas de maneira combinada e, assim, conseguimos perceber uma variedade enorme de cheiros.

Mas o trabalho de Buck e Axel não parou por aí. Eles demonstraram como o sinal detectado no nariz é transmitido para o cérebro. Em primeiro lugar, os sinais são enviados a um local no cérebro que funciona como um centro organizador da informação, o chamado bulbo olfativo. De lá, a informação pode seguir dois caminhos. Um deles é ser enviada para regiões do cérebro consideradas superiores, onde a percepção consciente do aroma é gerada, isto é, detectamos a molécula odorante do café e pensamos imediatamente: “Isso é café.” Mas outro caminho é quando a informação segue para estruturas cerebrais consideradas primitivas, que comandam nossas emoções e memórias olfativas é mais ou menos quando um cheiro nos faz lembrar de um lugar ou de alguém.

As descobertas de Buck e Axel trouxeram informações pioneiras sobre como nosso cérebro interpreta as informações que estão presentes no meio ambiente. Por meio do estudo do olfato, poderemos compreender como os aromas afetam nossos pensamentos, nossas emoções e nossos comportamentos. Já sabemos um pouco, mas ainda há muito a se descobrir!



8. Por que sentimos água na boca?

Entenda a importância da nossa saliva na hora de comer

Por: Suzana Herculano-Houzel, Departamento de Anatomia, Universidade Federal do Rio de Janeiro.

“Chiquinha, o almoço está pronto! Fiz a batata frita que você pediu!”

Só de ouvir essas palavras, sua boca se enche d’água – ou melhor, de saliva –, antecipando-se à comida que já vai entrar na boca e precisar ser digerida. De fato, a digestão começa na boca, onde os alimentos são picados, triturados e esmagados, tudo isso antes de serem conduzidos ao estômago. E pasme: se a boca não se enchesse de saliva, não seria possível nem engolir o alimento, nem saber o que você tem sobre a língua!

Todo mundo produz uma pequena quantidade de saliva o tempo todo, mas a produção aumenta quase dez vezes quando uma pessoa vê, cheira ou pensa em comida. A saliva que enche a boca nessas horas é essencial por várias razões. Primeiro, somente quando dissolvidos na saliva é que pedaços microscópicos desprendidos dos alimentos chegam até as papilas gustativas, que sinalizam ao cérebro o tipo de comida que você tem na boca: água, sal, ácido, doce, proteína, ou algo amargo e, portanto, potencialmente nocivo, nada bom de ser engolido. Assim, além de reconhecer o alimento pelo gosto, o seu cérebro já vai preparando o corpo para a digestão. Segundo, a saliva contém enzimas que começam a partir em pedaços menores os carboidratos, grandes moléculas de açúcar como o amido do pão.

Além disso, é a saliva que umedece e dá liga aos alimentos triturados e permite que eles sejam transformados em um grande “bolo” compacto e lubrificado, que pode ser engolido sem risco de engasgos. Se você não acredita que comida seca não desce sem saliva, experimente o famoso Teste da Bolacha: comer três biscoitos em menos de um minuto, sem apelar para um copo d’água. É simplesmente impossível! A razão é que, mesmo trabalhando dez vezes mais rápido, as glândulas parótidas e salivares não conseguem produzir saliva com a rapidez necessária para que os pedaços de biscoito passem em menos de um minuto de paçoca a uma massa umedecida que possa deslizar até o seu estômago.

A boa notícia é que a produção de saliva é automática, comandada pelo sistema nervoso autônomo sempre que o cérebro detecta a presença de comida na boca. O interessante é que, por associação, também funciona pensar em comida, sentir o cheiro bom do almoço no fogo e até ouvir que ficou pronto aquele prato de que você gosta. O caso mais famoso de água na boca por associação, claro, é o já lendário cão do fisiologista russo Ivan Pavlov. De tanto ouvir um sino tocar antes de receber sua comida todos os dias, o animal passou a salivar em resposta ao tocar do sino, mesmo que o prato demorasse a chegar. E eu, de tanto escrever sobre comida, já fiquei com água na boca...

 Aula sobre o Sistema Endócrino

        Introdução do conteúdo sobre o Sistema Endócrino, onde foi entregue um texto sobre a diabetes, para discussão e reflexão do mesmo. Após a discussão deste, foi entregue algumas questões para que os alunos respondessem e depois foi feita a correção dos mesmos.

Segue a baixo o texto e questões trabalhadas.
Eles têm diabetes. E vivem muito bem
20/02/2009 - 18h05 (Laila Magesk - Da Redação Multimídia)



Seu Floriano e a esposa na horta de sua casa
O gosto pelas plantas já começa no nome: Floriano Campos. Aposentado, aos 66 anos, ele vai pela manhã à Curva da Jurema caminhar. O exercício é fundamental à saúde. Depois é hora de cuidar da horta - paixão dele. "Comecei a limpar os fundos da minha antiga casa, que era foco de dengue, para cultivar hortaliças livres de insumos e agrotóxicos", contou. Nessa época, ele pegou o gosto e não parou mais.
Há 29 anos, o aposentado possui diabetes tipo 2 e vive muito bem. Nunca teve complicações devido a doença e o estilo de vida saudável - necessário para quem tem o alto nível de glicose - ele garante que só faz bem. Outra questão fundamental é a alimentação. Por isso, mesmo mudando-se para um apartamento, sem natureza, o cultivo continuou. A ideia é tão criativa que ele usa materiais recicláveis - garrafas PET e caixas de leite - como vaso de plantas, que podem ser levados para qualquer lugar. "Sou deficiente físico, tenho uma perna maior do que a outra. Na minha casa o terreno era íngreme e constantemente eu caía. Mudei para um apartamento no 13° andar. A princípio eu plantava apenas na varanda. Com a autorização do síndico, aproveitei uma rocha que tínhamos no prédio com muito mato em volta para transformar em horta", relembra.
A iniciativa deu certo. Hoje, os vizinhos levam mudas e aproveitam para colher temperos e verduras fresquinhos no local. Além do prédio, Seu Floriano dá palestras sobre o cultivo aos integrantes do Serviço de Apoio e Assistência aos Diabéticos e Familiares, S.A.D. O projeto faz parte de uma parceria entre a faculdade Emescam e o Hospital Santa Casa.
A pequena plantação na janela do apartamento
Ah! Ele também é informatizado; tem um site sobre o tema, o nutrisaude.net. "Meu filho é formado em informática e criou para mim", diz. Falando em filhos, no momento da entrevista o aposentado acabava de casar a filha caçula. E depois ia voltar a Guarapari, onde curte o verão. Mas o diabetes atrapalha alguma coisa? "Minha vida é boa demais, só não gosto dos reajustes do INSS", ri o bem-humorado Floriano. E o que a horta representa? "É minha distração, uma terapia mental. Nem tenho tempo para ficar me lamentando. E acho que todo mundo tinha que ter a sua em casa", aconselha.
Saiba mais sobre o diabetes
Sintomas
           Fique atento se a sede aumentar, tiver vontade de urinar diversas vezes, perda de peso (mesmo sentindo mais fome e comendo mais do que o habitual), fome exagerada, visão embaçada, infecções repetidas na pele ou mucosas, machucados que demoram a cicatrizar, fadiga (cansaço inexplicável) e dores nas pernas por causa da má circulação.
Tipos de diabetes
Existem outros tipos de diabetes além do Tipo 1, Tipo 2 e Gestacional, mas esses ocorrem com menor frequência. Os sintomas do Tipo 1 costumam aparecer na infância e adolescência. Mas a doença pode aparecer em qualquer idade. De acordo com dados da Sociedade Brasileira de Diabetes, o tipo 2 possui um fator hereditário maior do que no tipo 1. Além disso, há uma grande relação com a obesidade e o sedentarismo. Estima-se que 60% a 90% dos portadores da doença sejam obesos. E a incidência é maior após os 40 anos. Uma de suas peculiaridades é a contínua produção de insulina pelo pâncreas.
O diabetes tipo 2 é cerca de 8 a 10 vezes mais comum que o tipo 1 e pode responder ao tratamento com dieta e exercício físico.
Exercícios            
          Em se tratando de diabetes, exercícios e alimentação são fundamentais. E os benefícios da atividade física ao diabético são muitos. Dentre eles, o aumento da ação da insulina e da captação da glicose pelo músculo e diminuição da glicose sanguínea.
Tratamento
           O diabetes pode ser tratado com dieta, atividades físicas e medicamentos. Pacientes que precisam de insulina podem fazer a aplicação com seringa, caneta ou bomba de infusão. Para ajudar na qualidade de vida dessas pessoas, existem tratamentos diferenciados. Apesar de caros, eles são de alta tecnologia, permitem controlar o nível de glicose no sangue e a quantidade de insulina que o paciente necessita naquele momento. Isso é possível através das bombas de insulina e dos medidores de glicose. Mas fique atento: apenas um médico pode determinar qual o melhor tipo de tratamento.
Questões para discussão:
1. A diabetes é uma doença em que há excesso de açúcar (glicose) no sangue. Ela está ligada diretamente a um dos sistemas do nosso organismo, qual sistema e esse e explique que ligação é esta?
2. Qual a importância de se ter uma alimentação saudável, em relação a diabetes?
3. Quais são os principais sintomas da diabetes?
4. Diferencia os tipos de diabetes.
5. Além da alimentação saudável o que é também muito importante para auxiliar no tratamento da diabetes?
6. Existe tratamento para esta doença? Se sim, explique como funciona.





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